Sentou-se bem na janela
E ali, ao lado dela,
Passou a observar
Pra trás ficava o pasto
E o caminho tão vasto
Não queria acabar
Se desenhava no chão
A mais nobre solidão
Que envolvia o lugar
Já chegando no destino
Se pôs de pé o tal menino
E começou a caminhar
A paisagem era mais viva
Mas a mente, tão nociva
Não parava de pensar
Deu meia volta do nada
E seguiu a velha estrada:
Era hora de voltar
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