Ditam dores, genocídios
Reprimem e vão além
Sobem mais e mais muralhas
E a esperança fica aquém
O povo, todo amordaçado
Sobrevive entre grunhidos
E carrega o seu carrasco
Em seus ombros tão sofridos
Ah, se este povo imagina
Que sem ter uma pilastra
O castelo vai à ruína
E resolve derrubar
As fortalezas blindadas
Onde a estupidez culmina
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