segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Sonhos

Capital come um por um
Como quem derruba árvores infrutíferas
Infrutíferas? Ora, sonhos não são árvores!
São os frutos propriamente ditos!
Aí fazem cálculos, projeções, estatísticas
E se destroem os sonhos.
Mas ora! Sonhos não entendem de números!
Sonhos são apenas sonhos
Criam-se expectativas, põe-se regra
E, mais uma vez, os sonhos vão pelo ralo.
Ora, sonhos são livres!
Tem de se entender sobre tudo isso...
Mas ora! Sonhos não se entendem!

Um dia haverá de se sonhar de novo neste mundo.

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