"Mas pra quando você quer?". Olhou pro relógio e falou: " Pra agora", e o ponteiro andou. "Agora!". O ponteiro andou. Ele parou, pensou um pouco e cedeu: "Melhor que seja pra daqui a pouco...".
O ponteiro ainda andava, mas a cara de bobo refletida no vidro ficava mais apagada assim.
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