Toc-toc. Bati na porta antes de ouvir a pergunta destruidora: "Quem é?".
Olhasse pelo olho mágico, arriscasse abrir a porta sem saber quem batia, perguntasse minha idade. Perguntar quem sou, isso já era demais.
Rapidamente, peguei o celular e vasculhei as fotos das redes sociais, atrás de uma sugestão. Olhei a identidade, um cartão de visitas na carteira, mas não havia nem palpite. Fui embora por medo. Se eu não sabia quem era, que dirá o que haveria do outro lado da porta. E a pergunta continuou sem a resposta.
sábado, 14 de novembro de 2015
Biográfico
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