Escrevo da minha mente. E ainda, um pouco da dos outros. Carlos, Cecília, Luís, Camões, todos juntos, batidos no liquidificador do meu lápis. Salvo a qualidade, que obviamente não é a mesma. Mas não abro mão das minhas palavras. Se não tem teclado, vai à caneta. Sem papel, vai na mão, na mesa, no ar, mas vai. Vai porque aprendi que não se segura ideia. As frases têm de fluir, naturalmente, tal qual a respiração. Tal qual o pensamento.
Penso, logo escrevo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário