No escuro da noite, ela rompe o silêncio
Te revira na cama, te acorda com sustos
Quando menos imagina, ela te dá um tapa
E assim, sucessivamente, ela te incomoda
Quem a criou? Olhe no espelho e me diga
Já dá até para vê-la gritar nos seus ouvidos
E os seus sentidos, um a um, sucumbem nervosos
Eu avisei, rapaz. Da próxima vez escute!
Não alimente a sua consciência.
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