Entre uma correria e outra, um texto. Mesmo que corrido, sem jeito, mal escrito, reescrito. Meia dúzia de palavras rapidinho, como quem finge se enganar, tentando se convencer de que é suficiente. Nem que seja só para desopilar o fígado. Depois, dá pra segurar de novo até onde der. Até se fazer necessário novamente colocar em letras o que se passa por aqui.
Para respirar, um texto basta. No mais, até logo.
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