terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Pausa

  Entre uma correria e outra, um texto. Mesmo que corrido, sem jeito, mal escrito, reescrito. Meia dúzia de palavras rapidinho, como quem finge se enganar, tentando se convencer de que é suficiente. Nem que seja só para desopilar o fígado. Depois, dá pra segurar de novo até onde der. Até se fazer necessário novamente colocar em letras o que se passa por aqui.

Para respirar, um texto basta. No mais, até logo.

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