segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Zé sumido

José não tinha parentes próximos, nem amigos
De bens, quase nada: apartamento alugado e nenhum carro
No trabalho, não era dono, nem chefe
Na roda de samba, só batia palmas.

Um dia desceu para comprar um cigarro
Se escafedeu e nunca mais voltou
Até hoje ninguém perecebeu
E sumido, o Zé vive feliz.

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